A esposa do ex-presidiário Lula, Janja da Silva se tornou um dos maiores símbolos da incompetência e do desgoverno petista. Sem cargo oficial, a primeira-dama montou um gabinete dentro do Planalto, cercada por assessores pagos com dinheiro público, enquanto toma decisões que deveriam caber apenas ao presidente. Em vez de se restringir a um papel institucional, ela interfere diretamente na política nacional, escolhendo ministros, acompanhando Lula em reuniões estratégicas e até acessando o celular presidencial.
A situação já gerou questionamentos jurídicos, e a ação movida pelo vereador Guilherme Kilter (Novo) busca a imediata desocupação do gabinete e a exoneração dos servidores que atuam exclusivamente para Janja.
No entanto, o processo virou um jogo de empurra entre a Justiça Federal de Curitiba e de Brasília, com o STJ agora responsável por decidir quem julgará o caso.
O abuso de poder de Janja não se restringe ao Planalto. Seu Festival paralelo durante a Cúpula do G20 Social, apelidado de “Janjapalooza”, custou impressionantes R$ 83,45 milhões, pagos por estatais como Itaipu Binacional, Petrobras e Banco do Brasil. Só Itaipu desembolsou R$ 15 milhões para eventos que em nada contribuíram para a economia ou o combate à fome, suposta pauta da primeira-dama. Curiosamente, Janja trabalhou por 15 anos na Itaipu, e fontes do próprio governo admitem que ela ainda exerce forte influência dentro da estatal.
Além disso, seus gastos com viagens já ultrapassam R$ 1,2 milhão, valor que gerou revolta entre brasileiros que enfrentam inflação alta, aumento nos preços dos alimentos e um custo de vida cada vez mais insustentável.
Enquanto Janja desfila como uma espécie de “presidente informal”, Lula dá sinais evidentes de que não tem mais condições de governar. Aos 78 anos, o descondenado petista demonstra dificuldades cognitivas em discursos, precisa de assistência até para tarefas básicas e sequer consegue usar um celular sem a ajuda da esposa. Informações de bastidores apontam que ele precisa tomar banho sentado em um banquinho, mostrando o estado debilitado de sua saúde.
Mesmo com toda a blindagem da imprensa, sua popularidade derrete. A pesquisa PoderData revelou que 51% dos brasileiros reprovam seu governo, contra 42% de aprovação, a pior marca desde o início do mandato. Entre os mais pobres, que foram sua principal base eleitoral, 48% já rejeitam sua gestão, um número que só tende a crescer.
Nem mesmo o Nordeste, tradicional reduto petista, se mantém fiel. Em dezembro de 2022, Lula tinha 20 pontos de vantagem entre aprovação e rejeição na região. Agora, essa diferença caiu para apenas oito pontos, indicando que até os nordestinos começam a perceber o fracasso do governo. Entre os evangélicos, a rejeição disparou para 68%, um crescimento de cinco pontos em um único mês. Até mesmo 23% dos eleitores que votaram em Lula já dizem desaprovar sua gestão, evidenciando a quebra de confiança.
O Brasil está entregue a uma administração bizarra, com um presidente enfraquecido e uma primeira-dama descontrolada, enquanto o povo paga a conta do caos instalado no Planalto.
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