Reprodução Youtube
A fala de Jaques Wagner, tratando como “página virada” a saída de Ângelo Coronel da base do governo, escancarou mais uma vez a arrogância petista na Bahia. Um senador da República, com mandato legítimo e história política própria, foi publicamente descartado como se fosse peça sem valor. Pior: tudo isso ocorreu sob o silêncio constrangedor de Otto Alencar, que por mais de 40 anos se dizia amigo e compadre de Coronel.
Qunado a petezada decide, alianças, amizades e histórias viram pó.
O episódio reforça um padrão antigo. O PT não tem palavra e trai quem não se submete integralmente à sua cartilha de poder. Foi assim com Marcelo Nilo, com Lídice da Mata e com João Leão. Todos serviram enquanto foram úteis; depois, foram descartados sem cerimônia.
A lógica é simples e brutal: para o Partido dos Trabalhadores, só há espaço quando um petista é candidato ou quando o poder está concentrado nas mãos do partido. O resto é tratado como “página virada”.
Mensagens no celular de Daniel Vorcaro indicam encomenda de uísque Macallan 1945, avaliado em cerca…
Flávio Bolsonaro e Lula chegam à reta final em disputa acirrada. Datafolha aponta empate, enquanto…
ACM Neto reforça apoio a Flávio Bolsonaro em Porto Seguro e convoca eleitores para a…
Deltan dispara que Lula foi parar na cadeia após análise de documentos e acusa o…
Deltan Dallagnol afirma que Lula não apresentou ao TSE os documentos esperados sobre a quebra…
Entre a expectativa pela chegada de um filho, o trabalho de parto, o nascimento do…
This website uses cookies.