Frabrice Cofrini AFP
O clima foi tenso na cúpula do Mercosul quando o presidente argentino Javier Milei contrariou publicamente Lula e defendeu a pressão dos Estados Unidos sobre a Venezuela. Segundo relatos de bastidores, Milei rebateu Lula “a portas fechadas” e deixou claro que não concorda com a estratégia brasileira de diálogo com o regime de Nicolás Maduro.
O gesto foi acompanhado de um cumprimento “frio e protocolar” entre Lula e Milei, bem diferente do clima amistoso visto entre Lula e o chileno Gabriel Boric. A divergência expôs fissuras no bloco e reforçou a linha dura de Buenos Aires contra governos alinhados ao chamado Foro de São Paulo.
Milei também elogiou a postura do ex-presidente Donald Trump ao endurecer sanções e cobranças ao regime venezuelano, defendendo que “ditaduras não podem ser normalizadas”.
Dados da ONU apontam que mais de 7,7 milhões de venezuelanos deixaram o país desde 2014, em uma das maiores crises migratórias do mundo… um número frequentemente citado por Milei para justificar sua posição. O embate evidenciou dois caminhos opostos na América do Sul: de um lado, governos que apostam na complacência; do outro, a defesa de pressão internacional e isolamento de regimes autoritários.
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