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Enquanto a Câmara de Salvador virava palco de agressões, tumulto e invasão por sindicalistas ligados da APLB Sindicato, Sindseps e militantes de extrema-esquerda radical e violenta aliados ao PT, o governador Jerônimo Rodrigues (PT) estava completamente alheio ao que acontecia na capital do seu próprio estado. “Eu nem sabia do que estava acontecendo”, admitiu o petista em entrevista, revelando um nível estarrecedor de desconexão com a realidade.
A confusão se deu durante a votação do reajuste salarial dos servidores municipais, com parlamentares agredidos e o plenário invadido.
A conivência com o vandalismo e o silêncio cúmplice enquanto vereadores eram agredidos escancaram um governo petista que finge dialogar, mas fecha os olhos quando a violência parte de seus aliados políticos.
Em tom contraditório, Jerônimo ainda tentou posar de pacificador e usou um acordo recente com comunistas da APLB Sindicato como exemplo de diálogo, mas esqueceu de dizer que o piso dos professores só foi cumprido após forte pressão e desgaste público.
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