Feijão Almeida / GOVBa
Enquanto o povo baiano vive acuado pela violência recorde, Jerônimo Rodrigues segue encenando um governo de faz de conta, priorizando eventos festivos e jogadas de marketing enquanto a criminalidade explode em todos os cantos da Bahia.
São facções armadas até os dentes tomando conta de bairros inteiros, comerciantes fechando as portas com medo, escolas cancelando aulas por tiroteios e famílias sendo destruídas pela guerra do tráfico. E o que faz o governador? Promove café da manhã com aliados políticos para celebrar os 476 anos de Salvador, como se estivesse administrando um paraíso.
Jerônimo vive cercado por seguranças armados, enquanto o trabalhador comum enfrenta a morte no ponto de ônibus.
Os R$506 milhões anunciados para “ações e entregas” durante o aniversário da capital deixam claro o descolamento entre o governo e a realidade. Ao invés de investir em inteligência policial, reforço no efetivo ou combate direto às facções, o governador direciona recursos para reformar ginásio esportivo e realizar ações simbólicas de baixa relevância prática.
A ordem de licitação para ampliação do HGE, embora importante, não apaga a sensação de abandono vivida pela população nos postos de saúde superlotados e hospitais que funcionam no limite.
A prioridade do governo é a autopromoção, e não a vida dos baianos.
O fracasso eleitoral de Geraldo Júnior, afilhado político de Jerônimo, é a prova viva do desgaste da esquerda na capital. Mesmo com apoio do descondenado petista Lula e da máquina estadual, ficou atrás até dos votos nulos e brancos. A população de Salvador já deu o recado: está cansada de promessas vazias, festas públicas e discursos de vitrine enquanto a cidade arde em medo. Mas Jerônimo parece não ter entendido. Continua cercado de militantes e parlamentares que vivem numa bolha ideológica, completamente fora da realidade, tratando direitos humanos como desculpa para ignorar o avanço da criminalidade.
A Bahia é hoje o retrato mais cruel do que se tornou o legado de 20 anos do PT no poder: um estado dominado pelo crime, com os piores índices de violência do Brasil, uma economia estagnada e serviços públicos que não funcionam. Jerônimo Rodrigues não apenas continua essa tragédia, como piora tudo com sua paralisia, arrogância e falta de noção.
Governador de palco, vive de encenação, sorrindo para fotos enquanto o povo enterra seus mortos. O que Salvador precisava era de ação e coragem, mas o que recebeu foi mais um café da manhã cheio de discursos vazios e promessas que ninguém mais acredita.
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