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A Bahia virou um campo minado. Enquanto Jerônimo Rodrigues segue fingindo que governa, as facções criminosas mais violentas do país ocupam os espaços deixados pelo abandono do Estado. O resultado? Tribunal do crime em plena luz do dia, toque de recolher imposto por bandidos e a população refém da bandidagem.
Na noite desta sexta (11), motoristas que passavam pela estrada do Cia Aeroporto, nas proximidades da Cepel, viveram momentos de pânico ao se depararem com uma intensa troca de tiros entre criminosos do BDM e agentes da FICCO. Os alvos da operação, “Índio” e “Cabeça de Balão”, reagiram com tiros para tentar escapar da prisão. Ambos acabaram baleados e morreram no hospital.
Na mesma noite, na região da Avenida Gal Costa, três homens em motocicletas realizaram um assalto e atiraram contra uma guarnição da Guarda Civil Municipal. Houve revide e perseguição. Um dos criminosos caiu da moto durante a fuga. Com ele, foi encontrado o celular da vítima do roubo, e o flagrante foi lavrado na Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos.
O que antes parecia exagero, agora virou rotina: tiroteios em avenidas movimentadas, assaltos a qualquer hora do dia e um governador que assiste tudo de camarote, sem qualquer reação eficaz.
A omissão virou política pública. A segurança deixou de ser prioridade no governo petista, e a criminalidade, sentindo o terreno livre, se espalha com força total.
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