Autor de emendas para revitalizações e reformas na Igreja do Bonfim, José Carlos Aleluia destacou “a obrigação de um baiano, um soteropolitano preocupado com a cultura, património artístico e cultura da arte sacra baiana, entendendo que o altar-mor representa a religiosidade católica baiana e uma referencia brasileira”.
Sobre as alterações na Lei Ruanet e destinação de recursos federais para arte sacra, Aleluia afirmou que antes de Bolsonaro, verbas públicas eram utilizadas “para fazer uma festa e depois da festa não sobrava nada, somente poluição e sujeira. O Governo está se preocupando em fazer coisas permanentes que estimule e favoreça a juventude. Muito artista famoso milionário se tornando bilionário via Lei Ruanet”.
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