Clarín
O segundo julgamento pela morte de Diego Maradona começa nesta terça-feira (14) em San Isidro, na Argentina, após o escândalo que anulou o primeiro, envolvendo participação de uma juíza em um documentário clandestino. São pelo menos 120 testemunhas e uma nova estratégia do Ministério Público, que busca responsabilizar a equipe médica do ícone do futebol, acusado de homicídio com dolo eventual.
O caso ganhou repercussão internacional após revelações de que Maradona morreu de causa natural, mas a acusação insiste na responsabilidade de sete profissionais de saúde, enquanto a família e advogados defendem a inocência, alegando que ele foi vítima de uma negligência desumana, como destacou o promotor Patricio Ferrari, em informações divulgadas pela AFP.
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