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A Polícia Federal bateu à porta de Júnior Mano (PSB-CE), o segundo deputado mais votado do Ceará em 2022, por suspeita de integrar uma organização criminosa que desviava verbas públicas através de fraudes em licitações. Segundo a PF, o esquema direcionava recursos para prefeituras específicas e desviava parte do dinheiro para pagamentos ilegais. As investigações envolvem crimes como lavagem de dinheiro, falsidade ideológica, captação ilícita de votos e abuso de poder político.
Mano, que virou persona non grata no PL após apoiar o candidato do PT à Prefeitura de Fortaleza, agora encara um escândalo que pode enterrar sua carreira.
O deputado diz que “não tem qualquer participação” no esquema e aposta que “a verdade dos fatos prevalecerá”. Mas o histórico pesa: sua esposa, a prefeita de Nova Russas, teve o diploma cassado por compra de votos, e ele próprio foi declarado inelegível por oito anos pelo TRE-CE. Mesmo assim, conseguiu se reeleger com 216 mil votos. Agora, com a PF vasculhando seus endereços, a ficha começa a pesar.
O caso joga luz sobre mais um nome da base de apoio petista envolvido em denúncias de corrupção… um padrão que, infelizmente, o Brasil conhece bem.
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