O ministro Flávio Dino colocou o Supremo e o Executivo na mira ao expor os privilégios no serviço público, abrindo caminho para um possível veto de Lula ao projeto que cria novos penduricalhos, conforme divulgado pelo G1. Mas o que parecia um avanço virou um jogo de gato e rato, com a demora de 60 dias antes de ações concretas e deputados e senadores blindando suas regalias.
Enquanto o Judiciário se vê às voltas com escandalosas benesses, o Congresso mantém suas concessões, dispensando qualquer preocupação com a opinião pública. A resistência se intensifica, e a dúvida permanece: o STF vai realmente agir contra ou ceder às pressões de quem se beneficia das vantagens, como revela o contexto atual da batalha sobre a Justiça e seus privilégios.
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