Reprodução Instagram
A vice-presidente da Argentina, Cristina Kirchner, foi condenada a seis anos de prisão e declarou-se inelegível após a sentença emitida nesta terça-feira (6) pela Justiça argentina.
Kirchner foi considerada culpada por envolvimento em um esquema de fraude durante seu mandato presidencial, entre 2007 e 2015, que teria direcionado contratos milionários para obras rodoviárias na província de Santa Cruz. A denúncia, movida pelo Ministério Público, alega que as licitações beneficiaram projetos superfaturados, incompletos e desnecessários, sendo parte de uma rede que incluía vários ex-funcionários de seu governo.
Após o anúncio, apoiadores da vice-presidente tomaram as ruas de Buenos Aires em protesto, enquanto Kirchner se manifestou em uma live, denunciando o que chama de “máfia judicial” e alegando que a sentença já estaria previamente determinada. Para ela, as acusações são parte de uma perseguição política e midiática, uma tentativa de afastá-la da vida pública.
Cristina Kirchner ainda poderá recorrer da sentença, levando o caso à Câmara Federal de Cassação Penal e, em última instância, à Corte Suprema da Argentina, o que pode estender o processo por anos.
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