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A atriz Maria Ribeiro foi mais uma vítima da violência que assola o Brasil. Na madrugada de sexta-feira (21), em São Paulo, ela teve o celular roubado e, pouco depois, descobriu que criminosos acessaram sua conta bancária, levando R$ 30 mil. “Era uma da madrugada, e eu havia acabado de ter meu celular, desbloqueado, roubado. Hoje, por volta de meio-dia, recebo uma ligação do Itaú dizendo que tiraram da minha conta 30 mil reais”, relatou.
Revoltada, Maria questionou a segurança dos bancos e afirmou que tomará medidas judiciais.
O caso expõe o caos da insegurança pública no país, agravado pelo discurso permissivo da extrema-esquerda, que trata criminosos como vítimas da sociedade.
Não é surpresa que episódios como esse se tornem comuns em um Brasil governado pelo PT, onde o próprio Lula já relativizou roubos, dizendo que “o ladrão rouba para tomar uma cervejinha” e que furtos são uma forma de “socializar um bem”. O resultado dessa mentalidade está aí: cidadãos reféns da violência e sem qualquer respaldo do Estado.
Enquanto isso, a elite progressista que defende pautas “sociais” descobre, da pior forma possível, o que acontece quando a criminalidade é banalizada. Maria Ribeiro disse que se sente “desprotegida em tantos níveis”. O Brasil inteiro está.
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