Lavagem do Bonfim termina com mortos, assaltos, PM executado e um recado claro: a Bahia não aguenta mais 4 anos de Jerônimo Rodrigues

A Lavagem do Bonfim de 2026, no último ano do “governo” Jerônimo Rodrigues, entrou para a história não pela fé, mas pela violência escancarada. Relatos de furtos, tentativas de assalto e pânico tomaram conta das redes sociais e grupos de WhatsApp desde as primeiras horas da manhã. Um dos casos mais emblemáticos foi a tentativa de assalto sofrida por um pré-candidato ao governo da Bahia pelo PSOL, Ronaldo Mansur, por volta das 7h, em plena luz do dia, nas imediações da Conceição da Praia, área tradicional do cortejo religioso.

A escalada da violência não parou por aí. Durante o percurso da festa, um homem foi assassinado a tiros enquanto participava de um paredão, fato confirmado por diferentes veículos da imprensa baiana.

Já no encerramento do evento, na Avenida Contorno, ainda lotada de fiéis e turistas retornando do Bonfim, um capitão da Polícia Militar foi brutalmente executado por um vagabundo durante uma tentativa de assalto, em um episódio registrado inclusive por câmeras e amplamente divulgado em redes sociais e grupos de WhatsApp.

Enquanto isso, em contraste gritante com a insegurança enfrentada pelo povo, o governador Jerônimo Rodrigues percorreu os cerca de 8 quilômetros entre a Conceição da Praia e a Colina Sagrada do Bonfim sob escolta de mais de 800 policiais militares, entre agentes fardados e à paisana. O aparato de segurança, digno de chefe de Estado em zona de conflito, expôs a desigualdade no acesso à proteção: para o governador, blindagem total; para o cidadão comum, abandono e medo em plena festa religiosa.

Os episódios isolados seriam graves por si só, mas ganham outra dimensão quando inseridos no contexto da Bahia atual. Dados oficiais da Secretaria da Segurança Pública e do Fórum Brasileiro de Segurança Pública indicam que o estado convive com cerca de 15 homicídios por dia, o que coloca a Bahia entre os estados mais violentos do país em números absolutos.



O recado que fica é duro e direto: a Bahia não tem mais sensação de governo na área da segurança pública. O bandido age com a certeza da impunidade, enquanto o Palácio de Ondina se ocupa de articulações políticas, troca de cargos e pressão sobre aliados em desgaste.

Ou a Bahia rompe com 20 anos de PT, e se livra de Jerônimo Rodrigues, ou seguirá normalizando o inaceitável: mortes diárias, medo constante e um estado que já não consegue proteger nem quem reza por proteção.





Mathias Jaimes

Mathias Ariel Jaimes ( DRT 5674 Ba ) , é CEO do site #TVServidor e sócio-proprietário da agência de comunicação interativa #TVS1 . Formado em publicidade na Argentina. Estudou artes plásticas na Universidade Federal da Bahia. MBA em marketing e comunicação estratégica na Uninassau. Aluno do professor Olavo de Carvalho, Curso Online de Filosofia, desde 2015.

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