Depois de assistir a uma invasão dos servidores municipais de saúde, que protestavam contra a aprovação do Projeto de Lei Complementar nº 01/18, o presidente da Câmara Municipal de Salvador, Leo Prates (DEM), falou em judicializar a manifestação de segunda-feira (18).
“Eu vou entrar com uma medida judicial para ser recomposto o patrimônio público. Fui informado que foi danificado o patrimônio histórico da Casa e a Câmara não vai pagar. Vamos reverter judicialmente [os prejuízos] ao Sindicato dos Servidores da Prefeitura do Salvador (Sindseps)”, declarou Prates.
O presidente lamentou as cenas do protesto e falou que o ato foi ditatorial: “Eu só lamento que existam pessoas que não estão acostumadas com democracia. Democracia requer respeito. O que estão tentando fazer aqui é uma ditadura da maioria. Estão querendo tirar o direito do vereador de votar. Democracia não se faz assim. Democracia se faz com respeito e com convencimento”. A PLC foi aprovada com 28 votos em 13 dos 14 artigos e 26 votos no artigo 13, o ponto que justamente pautava a retirada de direito de aumento salarial “automático” para servidores municipais da saúde.
Fonte: Bahia Notícias
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