Crédito: Lucas Oliveira/TV Servidor
Após desentendimento e provocações entre os vereadores Felipe Lucas (PMDB) sobre as manifestações marcadas com atos de vandalismo contra a entrega do título de cidadão soteropolitano ao prefeito de São Paulo, João Doria, na noite de segunda–feira (7), no plenário da Câmara Municipal, proposto pelo pmdbista, o presidente da Casa, vereador Leo Prates (DEM), lamentou a postura e a intriga entre os vereadores, mas tenta pacificar e apaziguar a situação entre os dois parlamentares e descarta crise entre governo e oposição diante do fato.
“Não posso falar em relação a bancada governista, mas posso falar em relação a presidência. Eu presido a Câmara Municipal. Eu posso falar pela presidência. Não há crise na presidência da Câmara nem com a bancada do governo e nem com a bancada da oposição. Afinal, todo material analisado pela assistência militar não comprova a participação de nenhum vereador e nem de nenhum assessor nas agressões”, disse Prates.
Prates disse que os vereadores envolvidos com representação no Conselho de Ética e na Corregedoria da Casa, mas que vem tentando pacificar a situação entre os dois parlamentares. “São dois grandes vereadores da Câmara Municipal. Acredito que a Câmara vem orgulhando a cidade do salvador e a gente vem ponderando com os colegas, porque a nossa casa é liderada de maneira compartilhada por todos os vereadores, ponderando com os colegas que nós temos que construir um ambiente saudável para todos e que a briga entre nós não é salutar, a divergência é, mas briga, não”, disse.
“Não há interferência dessa presidência no Conselho de Ética, é um órgão autônomo da Câmara Municipal presidido por uma pessoa que tenho maior respeito e tenho a maior admiração em qualquer julgamento que faço, que é o professor Edvaldo Brito. Cabe ao Conselho de Ética e nós, inclusive, fomos quem instituimos o Conselho de Ética nesta Casa Legislativa instalada este ano e são vereadores e vereadoras que orgulham muito a cidade do Salvador”, completa Prates.
Felipe rebateu as acusações de agressão alegadas pela vereadora Aladilce ao afirmar que a comunista “estava tentando se vitimar” e mencionou o fato de ser casado e ter uma filha após um desentendimento durante uma reunião do Colégio de Líderes, em decorrência dos atos e ataques ofensivos de vandailsmo cometidos por integrantes do PT, partidos de esquerda e seus aliados.
O vereador Ricardo Almeida (PSC) foi à tribuna para declarar apoio a Felipe Lucas. Conforme Almeida, a iniciativa de Felipe Lucas foi legítima, inclusive, aprovada com voto unânime da oposição.
Rafael Santana
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