A defesa de Lula apresentou à justiça federal, um lote com 26 recibos de aluguel, pagos pelo apartamento ocupado pelo ex-presidente em frente à sua residência, em São Bernardo do Campo, região metropolitana de São Paulo.
No entanto, os documentos datados entre 2014 e 2015, tem datas que não existiram no calendário.
Dentre os recibos apresentados, onde o valor do aluguel varia de R$ 3.660 a R$ 4.300 os documentos que referem-se aos meses de junho de 2014 e novembro de 2015 estão com datas inexistentes. No de 2014, além de constar a data 31, inexistente naquele mês, há um outro recibo sobre um valor de R$ 4.300 no dia 30 de junho, ou seja, dois pagamentos de alugueis referentes a um único mês, quando geralmente a cobrança é mensal. Outra informação que gera desconfiança dos investigadores é o fato do valor do apartamento estar avaliado em R$ 500 mil, o que tornaria o valor do aluguel muito alto considerando a avaliação venal do apartamento.
Os advogados disseram por meio de nota que há “um erro material” a questão das datas inexistentes. A defesa quer justificar o pedido do juiz Sérgio Moro, da 3a Vara Federal, feito durante o último depoimento de Lula. Os documentos foram anexados ao processo que Lula responde por ter recebido, supostamente, R$ 13 milhões da Odebrecht para a compra de um terreno para Instituto que leva o nome do ex-presidente.
Segue abaixo os recibos de aluguel apresentados por Lula como provas:
Fonte: Estadão Conteúdo
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