Reprodução Twitter
Depois de 64 mortos e o Rio de Janeiro em clima de guerra, o ex-presidiário Luiz Inácio Lula da Silva quebrou o silêncio sobre a operação contra o Comando Vermelho, mas sua fala soou mais como desculpa do que liderança. Lula afirmou que o governo precisa “agir com responsabilidade para não atingir inocentes”, ignorando que o Brasil vive sob domínio do crime organizado, fruto da conivência e do enfraquecimento das forças de segurança promovidos pelos próprios governos petistas.
Enquanto o Rio amanhece com corpos nas ruas e famílias apavoradas, o presidente faz discursos vazios e o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, já descartou equiparar facções criminosas ao terrorismo… mais uma prova de que o PT não quer enfrentar o crime, quer apenas controlá-lo politicamente.
Na operação mais letal da história do Rio, houve mais de 80 presos, apreensão de dezenas de fuzis e granadas e quatro policiais mortos. Mesmo assim, o Planalto demorou dois dias para se pronunciar, demonstrando desprezo pela causa.
Quando o governo federal deveria apoiar as forças que arriscam a vida contra o tráfico, prefere o discurso “humanista” que na prática protege bandido. A crise no Rio é apenas o reflexo da falência moral de um governo que teme o crime… mas não teme ver o país afundar.
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