Agência GOV
O Congresso deu um recado claro ao Planalto: derrubou o decreto que aumentava o IOF e impôs mais uma derrota ao governo Lula. Estima-se que a queda na arrecadação possa chegar a R$ 15 bilhões ainda em 2025, o que deve forçar novos cortes em áreas sensíveis como saúde e educação.
Mas, em vez de admitir o fiasco, o PT partiu para o discurso de sempre: “não é contra o governo, é contra o povo”, disse Lindbergh Farias. Para o petismo, o problema não é o rombo nas contas públicas, é o “Congresso e os grupos econômicos que se recusam a pagar a conta”.
Enquanto isso, especialistas alertam que o buraco é mais embaixo. A dívida pública já ultrapassa R$ 9 trilhões, e o próprio mercado prevê que, sem reformas reais, o Brasil pode atingir 93,5% do PIB em dívida até 2034. Mesmo assim, o governo segue refém de discursos populistas, sem cortar privilégios, sem atacar o inchaço estatal e ainda tentando empurrar aumento de impostos num país onde já se arrecada demais.
A oposição e o centrão, pressionados pela eleição de 2026, reagiram. E a resposta veio com força: “a liderança da Câmara está se prestando a um papel inacreditável”, disse Felipe Salto, ao criticar a tentativa desesperada de “tapar buraco com mais imposto”.
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