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Lula pousou no Brasil vindo dos EUA com uma missão urgente: remanejar ministérios e reforçar sua base política especialmente diante de ameaças de debandada de PP e União Brasil, que impuseram prazo para que “detentores de mandatos” deixem cargos sob risco de expulsão.
Há articulações em curso para envolver PSD, PDT, PSB e até Republicanos, e já se especula que o político de extrema-esquerda radical e violenta, Guilherme Boulos, será chamado para a Secretaria-Geral da Presidência, no lugar de Márcio Macêdo (PT): tudo para recuperar a “quilometragem” social perdida nas redes e nas ruas.
Mas há um risco embutido nessa estratégia: o Brasil entrou num jogo diplomático perigoso depois que Donald Trump “convidou” Lula para encontro presencial, elogiando o petista com discurso publicitário de “química excelente”.
O presidente brasileiro agora enfrenta dilema mortal: ou aceita ir aos EUA e se expor ao temperamento imprevisível de Trump, ou recua e arrisca ser tachado de covarde.
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