Quem precisa fazer uso dos banheiros químicos em Salvador nem sempre encontra o equipamento como gostaria, seja por mau uso seja por vandalismo. De acordo com dados da Limpurb, 1.211 banheiros foram destruídos e 57 foram roubados em 2016. Na metade de janeiro de 2017, já foram identificados 97 dispositivos quebrados e oito furtados.
Sujeira, mau cheiro, pichações, falta de papel higiênico, portas quebradas e até tubos roubados são alguns dos problemas encontrados pela Limpurb, órgão que faz o gerenciamento das estruturas. Grande parte desse problema se identifica nas regiões da Cidade Baixa e Orla.
De acordo com Kaio Moraes, presidente da Limpurb, toda vez que são notificadas ações vandalismo nos banheiros é dado um prazo de até 48 horas para troca pela empresa responsável. Contudo, o administrador pontua que a população precisa ter mais zelo com o material que é colocado a serviço de todos. “O que identificamos muitas vezes é que, infelizmente, por uma questão cultural ou de falta de educação, uma parte da população faz questão de sujar os banheiros químicos, fazendo inclusive as necessidades fora do local adequado dentro do equipamento, contribuindo para o mau cheiro. Às vezes, acabamos de limpar o equipamento e, uma hora depois, ele já está sujo novamente por uso inadequado. O poder público não tem como ser 100% eficiente se não há a contribuição da sociedade”, explicou.
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