Foi realizada nesta quarta-feira (20) mais uma avaliação do programa Salvador Avalia (Prosa), voltada aos alunos do Ensino Fundamental, com o objetivo de aferir o conhecimento, realizar um diagnóstico do aprendizado e colher subsídios para o aprimoramento do ensino. Ao todo, 48.026 estudantes do 2º, 3º, 5º e 9º ano fizeram uma prova de Língua Portuguesa e outra de Matemática. Cada prova trouxe 21 questões, nos mesmos moldes da Prova Brasil, cujas médias de desempenho são utilizadas, juntamente com a taxa de aprovação, para obtenção do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Os resultados do Prosa vão servir como base para o planejamento de políticas públicas municipais, no sentido de avaliar as dificuldades do processo de ensino/aprendizagem e investir em ações para saná-las.
Além desta quarta (20), as provas também serão aplicadas em outubro deste ano. A diretora pedagógica da Secretaria Municipal da Educação (Smed), Joelice Braga, explica a importância da avaliação, criada pela Secretaria em 2013. “Neste momento de entrada, a prova nos mostra como os alunos estão começando o ano letivo e, ao trazer essa avaliação para o segundo e terceiro ano, evidenciamos a nossa preocupação com o nível de alfabetização dessas crianças. A partir dessa prova, temos um diagnóstico e podemos traçar as estratégias necessárias para a intervenção ao longo do ano e com a avaliação no final do ano, podemos ter a certeza do crescimento e do avanço da aprendizagem”, detalha.
As avaliações do 2º e do 3º ano têm objetivo de conhecer o nível de alfabetização dos alunos. A aplicação das provas no 5º ano permite saber como os alunos estão fechando os anos iniciais do Ensino Fundamental. No 9º ano, é possível ter uma noção de como os alunos estão saindo do Fundamental para ingressar no Ensino Médio. Para os alunos do 5º e do 9º ano, a avaliação serve como um preparo para a Prova Brasil, que será realizada no segundo semestre deste ano.
Depois da aplicação das provas, apuração e análise dos resultados, há a devolutiva aos professores, coordenadores pedagógicos das escolas e das regionais, bem como a realização de oficinas de aprimoramento. “A rede municipal vem crescendo muito no que diz respeito a instituição dessa cultura de avaliação, não apenas da perspectiva de verificar um resultado mas, ao conhecer uma realidade, intervir e melhorar os resultados tendo uma produtividade maior e cuidando do nosso fluxo escolar”, explica Joelice Braga.
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