Reprodução Youtube
A passagem de Marina Silva pelo governo Lula vai se esvaziando diante de um cenário político e econômico que já não comporta mais o discurso ambientalista radical que ela representa. Nesta terça-feira (27), a ministra foi duramente confrontada por senadores durante audiência na Comissão de Infraestrutura e, acuada, apelou ao vitimismo de gênero ao acusar os parlamentares de misoginia.
“Se ponha no seu lugar”, disse o senador Marcos Rogério (PL-RO), irritado com a postura intransigente da ministra. A frase virou combustível para a militância petista, mas escancarou o que já se sabia: Marina perdeu força, perdeu base e virou um peso incômodo até mesmo dentro do próprio governo.
Na prática, Marina não conseguiu barrar sequer a exploração de petróleo na foz do Amazonas, projeto da Petrobras que atropelou suas convicções. Também não tem mais apoio no Congresso, onde nomes da própria base, como Omar Aziz (PSD-AM), defendem o desenvolvimento da Amazônia com geração de emprego e renda.
Nem mesmo o líder do governo no Senado, Randolfe Rodrigues, escapou do mal-estar, já que tenta equilibrar discurso ambiental com interesses políticos. Isolada, Marina se vê reduzida a ataques vazios e retirada de plenário, como fez ontem ao ser ignorada pelos senadores.
O PT, que se diz progressista, mais uma vez sacrifica seus aliados ideológicos no altar do pragmatismo econômico.
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