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Marta Rodrigues critica Escola sem Partido: “o projeto coloca uma mordaça nos docentes, inibindo e criminalizando os professores”

Crédito: Mathias Jaimes/TV Servidor

A vice-líder do PT na Câmara, vereadora Marta Rodrigues, crítica do Projeto Escola sem Partido, considera que a proposta limita a liberdade do professor em sala de aula.

O assunto tem sido alvo de embates entre os vereadores Alexandre Aleluia (DEM), que é autor do projeto Escola sem Partido, e a vereadora Marta Rodrigues, autora do projeto Escola Livreque já se pronunciou diversas vezes contra a iniciativa do democrata.

Para Marta, o projeto coloca “uma mordaça nos docentes, inibindo e criminalizando os professores”. A petista, inclusive, tem o apoio de diversos professores, educadores e autoridades da área da educação contrários à proposta do ESP.

Em relação ao debate sobre o projeto Escola sem Partido, Marta destaca a discussão do contraditório para a população conhecer os dois projetos, o Escola Livre e o Escola sem Partido.

“O debate foi muito bom e a gente tem que fazer mais desse. É claro que os animos estavam aflorados e isso acabou tendo alguns desgates e acirramento com os vereadores. Respeito o vereador que foi agredido, fui solidária a ele, mas ele fez um debate do ódio e da raiva, e isso não justifica. A gente não pode combater o ódio com mais ódio, a gente tem que fazer política em campanha com estratégia, tática e muito amor no coração. Com esse momento que estamos vivendo com o recrudescimento do conservadorismo isso só ajuda aumentar o ódio entre as pessoas. Isso é o que nós não queremos e isso nós não ensinamos em sala de aula, e a religião, cada um tem a sua”, considera.

A petista defende que o projeto Escola Livre oferece “uma escola com consciência crítica, que não pode, de hipótese alguma, colocar mordaça no professor”. “Essa questão do cartaz para se colocar deveres do professor isso não existe. Nós já temos o plano pedagógico que a gente recebe e que a gente tem cumprir a risca o nosso plano de aula durante o ano letivo. Nós precisamos cumprir. Precisamos trabalhar também a consciência crítica dos alunos. A Escola Livre garante ao aluno o acesso as informações”, explica.

“O meu projeto traz essencialmente o que está na Constituiçao Fedral noa artigos 205 e 206 e o que está também na Lei de Diretrizes e Bases (LDB). É esse que é a nossa base do nosso projeto”, completa Marta.

Rafael Santana

Emmanuel

Como me defino? Pernambucano, católico e ANCAP. Sem mais delongas... " Totus Tuus Mariae". "... São os jovens deste século, que na aurora do novo milénio, vivem ainda os tormentos derivados do pecado, do ódio, da violência, do terrorismo e da guerra..." Um adendo: somos dois pernambucanos contra um "não-pernambucano". Rs

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