Fontes denunciaram ao site Aratu On que houve insegurança, coação e ameaças em alguns bairro de Salvador. Um dos presidentes de mesa confessou que traficantes fortemente armados foram votar “sem respeitar a fila”. Dentro de um colégio, em Cajazeiras, um presidente de mesa disse que foi ameaçado por um traficante armado. “Você vai me atender agora […] e puxou uma arma”, sustentou.
“Do lado de fora tinha outro ‘cara’ dele. Um mesário meu saiu e chamou a Polícia Militar, que não atendeu a ocorrência. [O traficante] olhou para ele, dizendo: ‘Você foi chamar a polícia, não é?! Vou te marcar’ e foi embora”.
A legislação aponta que “a força armada se conservará a 100 metros da seção eleitoral e não poderá se aproximar do local da votação e não poderá adentrar sem ordem judicial ou do presidente da mesa receptora nas 48 horas que antecedem o pleito e nas 24 horas que o sucedem, exceto nos estabelecimentos penais e nas unidades de internação de adolescentes, respeitado o sigilo de voto”.
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