A investigação da Comando Vermelho (CV) no Rio revelou que a facção passou a usar o codinome “Hamas” em comunicações internas, uma referência ao grupo extremista do Oriente Médio; para marcar quem fazia parte da liderança, segundo relatório da Polícia Civil do Rio de Janeiro.
A coluna “Foi assim com o Hamas. É assim com o CV” do portal O Antagonista alerta que a adaptação de métodos terroristas por organizações criminosas brasileiras representa uma grave escalada na guerra do crime, com aliciamento de políticos, infiltração em instituições e uso de linguagem paramilitar para legitimar o poder paralelo.
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