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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, deu prazo de 48 horas para a Procuradoria-Geral da República se manifestar sobre uma possível falta grave atribuída a Jair Bolsonaro no caso da pistola 9 milímetros registrada em nome do ex-presidente.
A arma foi encontrada durante uma blitz no Distrito Federal com Estácio Leite da Silva Filho, militar que atua na segurança de Bolsonaro, a cerca de 33 quilômetros da casa onde o ex-presidente cumpre prisão domiciliar humanitária.
Segundo os relatos publicados, Jair Bolsonaro admitiu ser dono da arma e afirmou que ela estava em sua residência durante o cumprimento da prisão domiciliar.
A defesa diz que o armamento foi entregue ao segurança para conserto após apresentar defeito e nega intenção de descumprir qualquer regra.
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