Reprodução TV Globo
O Brasil se despede de Juca de Oliveira, que morreu aos 91 anos após mais de seis décadas de carreira marcando a dramaturgia nacional. Dono de papéis que atravessaram gerações, Juca ficou eternizado como o cientista de “O Clone”, personagem que se tornou um marco na TV brasileira ao levar ciência e dilemas éticos para o horário nobre em uma novela que chegou a ultrapassar 40 pontos de audiência.
Em um cenário em que a TV aberta perdeu até 30% de audiência em algumas faixas na última década, segundo dados do setor, a morte de Juca encerra um ciclo de gigantes da televisão e reforça o peso de uma época em que atores como ele ajudaram a construir o alcance e a influência cultural que a dramaturgia brasileira teve no país.
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