Reprodução Instagram
O xadrez político da Bahia ganhou novos contornos depois que o senador Ângelo Coronel decidiu largar a petezada e migrar para o Republicanos, após não ser incluído como prioridade na disputa pela reeleição ao Senado.
O movimento escancara uma lógica simples da política: quem perde espaço, muda de lado, e já provoca efeito imediato com a expectativa de que prefeitos aliados sigam o mesmo caminho, fortalecendo a sigla comandada por Márcio Marinho e ampliando o peso da oposição no estado, enquanto o PT tenta sustentar projeções otimistas de desempenho eleitoral em um cenário cada vez mais fragmentado.
No time de ACM Neto, a escolha de Feira de Santana, reduto de José Ronaldo, para anunciar Zé Cocá como vice na chapa ao governo indica uma tentativa clara de consolidar alianças estratégicas, mas a movimentação pode desencadear um efeito dominó: o deputado Hassan tende a seguir o mesmo rumo, enfraquecendo ainda mais a base do governador Jerônimo Rodrigues.
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