Evaristo Sa / AFP
Mais uma tragédia marca o regime ditatorial de Nicolás Maduro na Venezuela, e a cumplicidade de aliados como Lula da Silva segue evidente. O corpo de Jesús Álvarez, preso durante protestos contra a fraude eleitoral que garantiu a reeleição de Maduro, foi entregue à família no sábado (14), em estado avançado de decomposição. Álvarez morreu na última quinta-feira (12) enquanto estava sob custódia no presídio de máxima segurança de Tocuyito, mas as autoridades inicialmente negaram sua morte.
O caso de Álvarez, o segundo preso político morto em circunstâncias suspeitas, expõe a face mais brutal do regime venezuelano, aliado próximo do governo petista no Brasil.
O primeiro foi Jesús Manuel Martínez, morto no início das manifestações contra Maduro, que resultaram em 27 mortes, 200 feridos e mais de 2.400 prisões.
Denúncias de tortura e maus-tratos aos presos se acumulam, enquanto familiares lutam por respostas e justiça em um ambiente de repressão crescente.
O silêncio de Lula em relação à tirania venezuelana ressalta sua postura conivente com regimes autoritários na América Latina. Apesar das graves violações de direitos humanos, o governo brasileiro continua evitando críticas diretas ao aliado Maduro, reforçando a impunidade e descredibilizando sua posição no cenário internacional.
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