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A breve parceria entre Novak Djokovic e Andy Murray chegou ao fim antes mesmo de engrenar. O sérvio, atual número 1 do mundo, anunciou que os dois decidiram encerrar a colaboração iniciada nesta temporada após perceberem que não estavam conseguindo evoluir dentro de quadra.
Em coletiva no Aberto de Genebra, onde tenta recuperar a forma antes de Roland Garros, Djokovic fez questão de elogiar Murray: “O respeito que tenho por ele continua o mesmo, até maior. Ele tem um QI de tênis brilhante e uma mente rara de campeão”.
Aos 38 anos, Djokovic afirmou que, por enquanto, vai seguir sem técnico e que se sente confortável com a equipe atual.
A decisão de encerrar a parceria não envolveu atritos. Segundo Djokovic, a química fora das quadras foi excelente, mas os resultados não acompanharam. Murray, que se aposentou das competições em 2023, aceitou o desafio de treinar o ex-rival com quem travou grandes batalhas no circuito.
Agora, ambos seguem caminhos diferentes, e Djokovic mira seu 100º título ATP. Em Genebra, Novak entrou como wildcard e busca ritmo de jogo para Roland Garros, onde tentará ampliar seus 24 títulos de Grand Slam.
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