“Não existe um apartheid. Há os que vão aos camarotes, aos blocos e o folião pipoca. Todos se divertem na maior festa de rua do mundo”, disse.
Carlos Muniz pontuou que o Legislativo de Salvador vai promover debates e proposições no que tange à dignidade para o trabalho dos cordeiros e catadores de latinhas e outros materiais recicláveis durante a folia momesca.
Observatório – No último dia 8, Carlos Muniz inaugurou o Observatório da Câmara Municipal de Salvador no Circuito Osmar, no Campo Grande, onde recebeu profissionais de imprensa. “O observatório está cumprindo seu papel de pensar sugestões para os próximos carnavais”, frisou o presidente.
“A nossa presença aqui no observatório é também para olhar atentamente para os que parecem passar como invisíveis no Carnaval”, afirmou.
No sábado (10), o observatório teve como convidados os servidores da Câmara Municipal de Salvador. “Foi uma forma de valorizarmos, de forma inédita, os aguerridos colaboradores da Casa. Afinal, eles são o corpo da Câmara de Salvador, com sua dedicação, comprometimento e doação”, avaliou Muniz.
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