Nas urnas, chilenos dizem “não” à Constituição comunista

O que é considerada uma votação histórica, chilenos decidiram nas urnas sobre a proposta de uma nova Constituição para o país. Quase 62% dos mais de 11,2 milhões de eleitores decidiram dizer não ao “novo”, demonstrando forte rejeição ao texto proposto, de influência comunista.

Para a direita no Chile, a nova Constituição Federal seria um retrocesso político-econômico, já que o texto impõe uma maior intervenção estatal na economia.


Martin Bernetti / AFP

 


 

 


 


 

 

 

 

Clara

Estudante de Letras, Clara Paixão auxiliou diversos autores conservadores em Recife e Carpina (PE). Amante da Liberdade, Clara entende que são preceitos básicos: direito irrestrito ao projeto de vida do próximo, direito à propriedade privada e livre mercado.

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