O presidente nacional do Democratas e coordenador da campanha presidencial do PSDB, ACM Neto (DEM), minimizou a pesquisa Ibope para o governo do estado divulgada anteontem pela TV Bahia. No levantamento, o governador Rui Costa (PT) aparece com 50% das intenções de votos e José Ronaldo (DEM), candidato carlista, tem apenas 8%. “Não sou de contestar e nem de comentar pesquisa política. Quando a pesquisa está certa, ela no máximo reflete um momento”, disse ao ser indagado pela Tribuna na chegada do Simpósio Nacional de Combate à Corrupção. “A campanha ainda não começou. Vai começar para valer agora, sobretudo a partir do dia 31, quando tem início o programa de rádio e TV. Aí sim a campanha vai tomar corpo. O que interessa não são os números da largada, mas os da chegada. No caso aqui da Bahia, tenho absoluta confiança na candidatura de Zé Ronaldo. Ela vai crescer”, avaliou o gestor democrata.
Indagado sobre o cenário nacional, Neto falou sobre a possibilidade de Geraldo Alckmin (PSDB) ir com Jair Bolsonaro (PSL) para o segundo turno das eleições. “Não posso partir do pressuposto de que o segundo turno já esteja definido. Tenho absoluta confiança de que Geraldo vai para o segundo turno. Tenho participado das conversas e articulações, mas acho que essa será uma decisão do povo brasileiro”, afirmou à Tribuna. “O que interessa é que faremos uma campanha propositiva mostrando o diferencial de Geraldo, a experiência. É um sujeito preparado, que se for escolhido presidente tomará as decisões que precisam ser tomadas para o país. O país tem pressa, as coisas são urgentes. Geraldo é o único nesse momento que reúne essas condições. Então, acho que muito menos preocupado em combater a campanha de A, B ou C, a gente tem que estar preocupado em apresentar propostas e acredito que essa será a estratégia principal”, completou.
Indagado sobre as investigações de improbidade administrativa que recaem sobre o tucano, Neto afirmou que “todo homem público está suscetível a ser investigado”. “Quem tem vida pública tem que estar preparado para isso. As pessoas que conhecem Geraldo sabem a sua história, a sua trajetória. Um homem que foi governador do principal estado do Brasil quatro vezes e não enriqueceu. Tem uma vida absolutamente modesta e simples. Sempre prezou pelo cuidado com o dinheiro público. É óbvio que ele não pode deixar de contestar e apresentar seus argumentos em qualquer investigação que seja feita com profundidade e completude. E que ao fim ele possa mostrar que, mesmo investigado, não tinha responsabilidade ou participação”.
Informações da Tribuna da Bahia
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