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O Brasil, juntamente com México e Colômbia, publicou uma nota conjunta equiparando a ditadura de Nicolás Maduro aos manifestantes pró-democracia na Venezuela e pedindo “máxima cautela” a ambos os lados após a polêmica eleitoral de domingo, 28 de julho.
No documento, os governos dos três países pedem que as autoridades eleitorais venezuelanas divulguem publicamente os dados desagregados por mesa de votação, ressaltando a importância de resolver as controvérsias de forma institucional e respeitando a soberania popular.
A nota enfatiza a necessidade de manter a paz social e proteger vidas humanas, pedindo cautela nas manifestações para evitar uma escalada de violência.
O governo Lula, por meio do Ministério das Relações Exteriores, reforçou o pedido por transparência no processo eleitoral venezuelano e se colocou à disposição para buscar acordos que beneficiem o povo venezuelano.
Lula conversou remotamente com os presidentes Manoel Lopez Obrador, do México, e Gustavo Petro, da Colômbia, discutindo a crise eleitoral na Venezuela em um encontro que durou cerca de 40 minutos.
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