A violência avassaladora na Bahia sob o governo de Jerônimo Rodrigues segue crescendo e traz “novas vítimas a cada dia”. Só em 2023, o estado registrou 3.895 homicídios em 10 meses — média de cerca de 404 assassinatos por mês — e liderou o ranking nacional também em mortes por ação policial.
Hoje mesmo, um ônibus de turismo foi atacado a tiros em Nova Viçosa, causando pânico entre turistas, e em Cansanção bandidos invadiram uma barbearia disparando contra clientes, ampliando o terror pelo interior.
Além disso, em Salvador, a Ufba se manifestou sobre o corpo de um aluno estrangeiro que permanece há mais de 30 dias no IML sem solução oficial, revelando outra face da omissão do governo.
Enquanto isso, Jerônimo segue “negociando cargos e salários”, assediando prefeitos, mas se cala diante da crise de segurança. A Bahia, que amarga quase 17 homicídios por dia e é considerada “a mais violenta da história”, vive um colapso moral, cívico e institucional, e o governador trata o assunto com descaso, priorizando apenas o projeto político que mantém “o mamão no imposto do povo baiano”.
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