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Padroeira do Brasil é celebrada em Missa Campal e eleva paróquia a santuário

Crédito: Mila Cordeiro/Agência A TARDE

A missa campal que lotou o canteiro central do Imbuí no início da noite desta quinta-feira (12), em homenagem à padroeira do Brasil, Nossa Senhora da Conceição Aparecida, marcou também a elevação da paróquia do bairro, ligada à devoção da santa, ao nível de santuário. A mudança se deu por causa do aniversário de 300 anos do dia em que a imagem foi encontrada, no rio Paraíba do Sul, no Vale do Paraíba, em São Paulo.

Agora, explicou o arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil, Dom Murilo Krieger, o espaço terá função de receber fiéis, como um refúgio para manifestações de fé.

“Tenho certeza que esse santuário já nasce grande em todos os sentidos, porque já há a tradição de nos reunirmos aqui todo dia 12 de outubro. Mas agora vai ser cada vez mais procurado”, afirma Krieger, poucos minutos antes de presidir a missa que oficializou o novo título do templo.

Lá, ponto de saída para uma procissão que movimentou o Imbuí e influenciou no trânsito de parte da avenida Paralela, cerca de mil pessoas costumam assistir às missas sentadas.

Devoção

Nesta quinta, no entanto, a saudação à Virgem Maria se deu na rua. Sentados no chão, em cadeiras ou mesmo de pé, os devotos entoaram cânticos católicos, fizeram coreografias e, como se estivessem em um estádio de futebol, ensaiaram uma ola aos gritos de “Jesus”.

Músicas clássicas em homenagem à santa, como ‘Romaria’, do compositor Renato Teixeira, foram também cantadas em uníssono pelo público, que não arredou o pé do Imbuí até a noite.

Mesmo de bengala, por causa de um problema de saúde, a aposentada Josefa Pedreira, 70, percorreu todo o caminho da procissão.

Devota da santa “há mais de 30 anos”, ela mesma contabiliza, a senhora se disse emocionada com a elevação da paróquia a santuário.

“É mais uma homenagem que Nossa Senhora recebe. Ela merece, porque traz tantas bênçãos e coisas boas para nós, então merece todas as homenagens”, disse.

Pároco da igreja, o padre Manuel Venicius Studart acredita que o título de santuário traz “mais responsabilidade e trabalho” ao templo, que terá que “atuar mais pelo acolhimento e em ações sociais”, conclui ele.

Fonte: A TARDE On Line

 

Emmanuel

Como me defino? Pernambucano, católico e ANCAP. Sem mais delongas... " Totus Tuus Mariae". "... São os jovens deste século, que na aurora do novo milénio, vivem ainda os tormentos derivados do pecado, do ódio, da violência, do terrorismo e da guerra..." Um adendo: somos dois pernambucanos contra um "não-pernambucano". Rs

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