ASCOM Valmi
Uma proposta do deputado federal petista Valmir Assunção, que está mais para piada pronta, visa não criminalizar o ato de criminosos ligados ao MST que destruíram máquinas na fazenda da empresa Igarashi na cidade baiana de Correntina.
O petista justificou atos de criminosos porque, segundo ele, a empresa “suga em torno de 100 milhões de litros de água por dia do rio”, enquanto a população local “usa apenas 3 milhões”. “Tem alguma coisa errada aí. Não podemos criminalizar quem estava lá reivindicando seu direito”, disse.
Valmir insiste em que a culpa é da empresa que sofreu prejuízos milionários. “O que deve ser considerado criminoso é a ação da Igarashi que está longe de ser sustentável. Deve acontecer na região, com a falta de água, a fuga para as cidades, e a expulsão de trabalhadores do campo que não conseguem continuar atuando com produção de alimentos por conta da privatização dos recursos naturais por empresas do agronegócio. Aquilo lá foi desobediência civil, que é fundamental e necessário realizar em todos os lugares. Quero parabenizar todos e todas que participaram do ato”, finalizou.
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