A cada dia que passa, os baianos percebem o tamanho do erro cometido ao eleger Jerônimo Rodrigues. O governador petista, que prometeu mudanças e avanços, entrega apenas mais do mesmo: violência desenfreada, caos na saúde, educação sucateada e desemprego em alta. O que se vê é um governo preocupado apenas em se manter no poder, sem qualquer compromisso real com o povo.
A mais nova jogada de Jerônimo foi tentar inflar sua base política com supostas adesões de prefeitos da oposição. Mas, como destacou o deputado Paulo Azi, presidente estadual do União Brasil, essa história não passa de um “balão de ensaio”.
Muitos dos prefeitos anunciados como novas adesões já pertenciam a partidos aliados ao PT, como o caso do prefeito de Buritirama, Dr. Léo (MDB). “Como é que a gente apoiou o prefeito que venceu a eleição se o nosso partido tinha candidato?”, questionou Azi, desmascarando a farsa.
Essa estratégia mostra o desespero do governo diante da queda de popularidade de Jerônimo. Pesquisas internas revelam que a rejeição ao governador só cresce, e a tentativa de maquiar a realidade com factoides políticos não engana mais ninguém.
Enquanto o PT brinca de articulação política, a Bahia segue sofrendo com a falta de segurança, pobreza e desemprego.
O grande problema é que Jerônimo nunca desceu do palanque. Desde que assumiu, governa apenas para os aliados, ignorando os desafios reais do estado. O foco está em garantir apoios para 2026, enquanto os baianos lidam com um estado que se deteriora após 20 anos de domínio petista.
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