Edilson Rodrigues / Agência Senado / Arquivo
O senador Flávio Bolsonaro entrou de vez no radar político ao sinalizar que pretende “levar a candidatura até o fim” e, mais do que isso, prometeu anunciar nomes de ministros ainda durante a campanha como forma de “acalmar o mercado”. A estratégia foi revelada em conversas recentes e caiu como recado direto para o setor financeiro, que hoje demonstra desconfiança com o rumo da economia sob o governo do PT.
A leitura nos bastidores é clara: antecipar equipe econômica e áreas-chave serviria para mostrar previsibilidade e compromisso fiscal, algo que o mercado não enxerga no atual Planalto.
Os números reforçam o movimento. Levantamento da Genial Quaest aponta que 49% dos entrevistados acreditam que Flávio Bolsonaro vai, sim, sustentar a candidatura até o fim, contrariando apostas de recuo. Em paralelo, dados do Banco Central mostram que a desancoragem das expectativas de inflação segue pressionando juros e investimentos, cenário que amplia o apelo de discursos voltados à responsabilidade fiscal.
No tabuleiro político, a mensagem de Flávio tenta ocupar exatamente esse espaço: o de alternativa ao improviso econômico e à instabilidade associada ao governo petista.
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