Feijão Almeida / GOVBa
A Polícia Federal passou a investigar um rastro de pagamentos suspeitos envolvendo o Banco Master que teria chegado até a Bahia e alcançado pessoas ligadas ao “governo” Jerônimo Rodrigues. De acordo com informações do site Metrópoles, o ex-CEO da instituição financeira, Augusto Lima, é apontado como operador de um esquema que teria movimentado milhões de reais em repasses a empresas associadas a políticos e intermediários.
Relatos citados nas reportagens indicam que parte do dinheiro era entregue em malas dentro da sede do banco, em São Paulo, ou transferida para companhias que teriam políticos como sócios ocultos.
Segundo as apurações, um dos caminhos identificados pela investigação passa por uma empresa atualmente registrada em nome da esposa de um secretário do governo Jerônimo Rodrigues (PT). A empresa, conforme revelado nas reportagens, tem ligações familiares com um cacique histórico do PT na Bahia, o que chamou a atenção dos investigadores.
O escândalo teria começado ainda no período do governo Rui Costa, também do PT, quando teriam surgido as primeiras conexões entre operadores financeiros e agentes políticos citados nas apurações.
A Polícia Federal agora analisa documentos, transferências e vínculos societários para entender se os repasses configuram pagamento de propina ou financiamento irregular de atividades políticas, dentro de um caso que pode ganhar novos desdobramentos nos próximos meses.
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