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A Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestou a favor da concessão de prisão domiciliar humanitária para o ex-presidente Jair Bolsonaro, em um posicionamento que já repercute forte nos bastidores de Brasília. O parecer leva em consideração questões de saúde e condições pessoais, argumento previsto na legislação penal brasileira, que permite a substituição da prisão preventiva por domiciliar em casos específicos, como determina o artigo 318 do Código de Processo Penal.
A decisão final agora cabe ao Supremo Tribunal Federal (STF), que deve analisar o pedido nos próximos dias, enquanto aliados e opositores acompanham de perto um desdobramento que pode impactar diretamente o cenário político nacional e reacender o debate sobre critérios jurídicos aplicados a figuras públicas de alto escalão.
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