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O humorista Léo Lins foi condenado a 8 anos, 3 meses e 9 dias de prisão em regime fechado por “praticar e incitar preconceito” em um show de stand-up divulgado em plataformas digitais. A decisão, assinada pela juíza federal substituta Bárbara de Lima Iseppi, escancara o avanço autoritário de um Judiciário cada vez mais engajado com a agenda ideológica da esquerda.
O que antes era liberdade artística virou crime num país qualquer um pode debochar da classe média, atacar cristãos, militares e chamar adversários de “nazistas”, mas ninguém da elite do poder se incomoda. A sentença se baseia em trechos de piadas que, segundo a magistrada, “humilham minorias”. Mas o próprio Léo Lins deixa claro: era um personagem, num show artístico, com plateia que escolheu estar ali.
A juíza chegou a comparar o humor feito por Lins à tese de legítima defesa da honra usada para justificar feminicídios… o tipo de argumentação absurda que só ganha espaço num país dominado há 20 anos por governos petistas que destruíram as noções de liberdade. Para ela, “a sociedade chegou em um ponto de evolução de direitos em que não se pode admitir retrocessos como a prática de crimes sob pretexto de humor”.
É óbvio que o caso de Léo Lins será usado como exemplo para calar vozes que desafiam o politicamente correto… essa máquina de censura criada e alimentada pelo PT e seus aliados. O humorista ainda pode recorrer, mas o recado está dado: se você não se enquadra na narrativa progressista, será silenciado.
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