Redes sociais / Reprodução TV Record
O cantor baiano Oruam foi indiciado pela Polícia Civil do Rio de Janeiro por associação ao tráfico de drogas e por manter vínculo com uma das organizações criminosas mais perigosas do Brasil: o Comando Vermelho. Segundo o inquérito, o artista “tem relação próxima com facção criminosa” e promove integrantes do CV em suas redes sociais.
As investigações revelam que Oruam, que tem mais de 2 milhões de ouvintes mensais nas plataformas, usava sua influência para exaltar criminosos e validar suas ações perante o público jovem, especialmente nas periferias.
O caso escancara a banalização da violência na indústria cultural brasileira e a conexão direta de artistas com o tráfico.
Enquanto isso, ONGs, influenciadores e políticos da esquerda fazem silêncio absoluto diante do escândalo. Ninguém fala em responsabilização. Ninguém se indigna. O mesmo artista que exaltava “marginal faccionado” agora enfrenta a Justiça, mas continua ativo nas redes sociais, protegido por um sistema que tolera tudo… desde que seja “politicamente correto”.
Quem permanecer em Salvador durante o feriadão terá uma boa oportunidade para reunir amigos, ouvir…
Ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto denunciou a situação dramática…
João Roma, ex-ministro e pré-candidato ao Senado pela oposição ao PT na Bahia, fez duras…
ACM Neto, ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao governo da Bahia, usou o painel do…
O primeiro semestre de 2026 marcou o ciclo mais intenso de alterações legislativas em matéria…
Protocolei na Câmara Municipal o Projeto de Lei nº 166/2026, que propõe a aceitação de…
This website uses cookies.