A queda na popularidade de Lula pode ser um desastre para o PT na Bahia, e ACM Neto deixou isso bem claro. Segundo ele, o presidente teve quase 73% dos votos no estado em 2022, e qualquer desgaste no governo federal afeta diretamente os planos petistas na Bahia. Para Neto, a rejeição crescente a Lula reflete a frustração da população com a economia e o alto custo de vida.
“A inflação lá em cima, ninguém aguenta mais. Vai na feira, é o preço do ovo, do arroz, da farinha, do café, da carne. Só crescendo. Lula prometeu picanha e cerveja na mesa, mas tá faltando até laranja”.
O contraste entre as promessas de campanha e a realidade vivida pelos brasileiros já começa a pesar nas urnas. Neto destacou que a insatisfação com Lula terá um impacto inevitável na eleição do próximo ano. “Essa frustração que é sentida no dia a dia das pessoas acaba caindo na conta do presidente e vai ter resultado decisivo”, afirmou.
Com a economia descontrolada e um governo perdido em disputas internas, o PT terá dificuldades para manter sua hegemonia na Bahia, onde Jerônimo Rodrigues já enfrenta uma rejeição crescente.
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