A crise da segurança pública segue como o calcanhar de Aquiles do governador Jerônimo Rodrigues, apontado pela população como o pior da história da Bahia. Em entrevista, o prefeito Bruno Reis disse que a situação em Salvador é resultado da guerra entre facções que dominam bairros inteiros.
“A Guarda Municipal tem dado apoio, mas quem comanda Polícia Civil e Militar é o governador. Ontem, um assessor de vereador foi assassinado. O tráfico não respeita mais nada”.
O prefeito lembrou que a Bahia registra até 16 homicídios por dia, mais que o dobro de países como o Uruguai, que foi às ruas protestar por sete mortes diárias. “São Paulo era violento e reduziu, Goiás vive segurança plena. Por que lá pode e aqui não?”, questionou.
Para Bruno, a população precisa cobrar, protestar e decidir pelo voto.
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