Edilson Rodrigues / Agência Senado
Flávio Bolsonaro confirmou que será candidato à Presidência em 2026 com o aval direto do pai, Jair Bolsonaro, e reacendeu um fogo cruzado dentro da própria direita. A liberação de Alexandre de Moraes para que Flávio visitasse o ex-presidente foi o passo final antes do anúncio. Nos bastidores, a reação foi imediata: aliados veem a jogada como uma tentativa de fortalecer o bolsonarismo num momento em que Lula tenta reorganizar sua base. Mas há quem enxergue risco.
Dados do TSE mostram que, em 2022, Lula venceu em 61,3 milhões de votos, enquanto Bolsonaro marcou 58,2 milhões… diferença apertada, mas suficiente para botar um descondenado no poder.
O anúncio ainda provoca ruído porque mexe com cálculos de agentes políticos, que se dizem conservadores, que já avaliavam outras alternativas. Flávio, por sua vez, respondeu dizendo que assume a missão “por indicação direta de Jair Bolsonaro”, reforçando que não tentará se afastar da marca familiar.
A movimentação chega num momento em que Lula enfrenta queda de popularidade no Datafolha e vê crescer a rejeição ao seu governo, sobretudo na economia e na segurança pública, abrindo espaço para um discurso de oposição mais duro.
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