Reprodução Instagram
O governador Jerônimo Rodrigues (PT) acaba de encaminhar à Assembleia Legislativa da Bahia um novo pedido de empréstimo no valor de R$ 600 milhões com a Caixa Econômica Federal, o 16º desde que assumiu o cargo. A dívida total já se aproxima de R$ 14 bilhões — valor gigantesco, sem que a população tenha visto obras relevantes saindo do papel. O projeto, mais uma vez, vem com pedido de urgência para ser aprovado sem passar pelas comissões técnicas, repetindo a estratégia de atropelar o debate e esconder os detalhes da aplicação do dinheiro público.
Enquanto isso, promessas de campanha como o VLT do Subúrbio seguem só na conversa. A ponte Salvador-Itaparica, alardeada como prioridade, não saiu nem do chão. E o Centro de Convenções, que o PT abandonou, virou sucata a céu aberto, tomado pelo mato e pelo medo. Nos últimos anos, o antigo espaço foi palco de assaltos, estupros e se transformou em área de risco para quem circula ali. Nem projeto para um novo equipamento o governo conseguiu apresentar.
Jerônimo pede empréstimos como quem assina fiado no cartão alheio, mas não consegue entregar sequer um plano claro para o futuro da Bahia. O estado acumula dívidas, obras prometidas que não saem e uma gestão marcada pela propaganda vazia.
Faltam segurança, infraestrutura e respeito com o povo que paga a conta.
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