Divulgação
A docudrama “Caso Eloá – Refém ao Vivo” estreia nesta quarta-feira (12) na Netflix e revisita o sequestro de Eloá Cristina Pimentel, de 15 anos, em 2008, mantida refém mais de 100 horas por Lindemberg Fernandes Alves e morta após as negociações se prolongarem na zona de conflito entre polícia, cobertura ao vivo e emoções à flor da pele.
O material inclui depoimentos inéditos dos pais, do irmão e de jornalistas, mas chama atenção pela ausência de Nayara Silva, amiga que também foi feita refém; que segundo a direção recusou participar por ainda estar “com a ferida aberta”.
O documentário ainda relembra que Lindemberg foi condenado a 39 anos e três meses, após redução da pena original de 98 anos e 10 meses, e aguarda regime fechado na penitenciária de Tremembé-SP.
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