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Em entrevista ao jornal A Tarde desta quinta-feira (14), o pré-candidato ao governo da Bahia pelo PT, Jerônimo Rodrigues contestou números, e percepções, sobre a inoperância petista no quesito segurança pública.
O petista insiste na comparação de peras com maças quando fala em números.
Terceira opção na sucessão a Rui Costa, o pré-candidato confirma o fracasso na política de segurança pública no Estado: foram gastos milhões e milhões de reais do contribuinte para colocar a Bahia entre os Estados mais pobres do país com cidades que figuram no mapa das mais violentas do mundo.
“Governos Wagner e Rui Costa são os que mais investiram em segurança pública. Seja na compra de viaturas, na aquisição de equipamento de segurança do profissional da segurança – que precisa ter o acolhimento do Estado –, no concurso público. Antes do governo Wagner, as viaturas ou estavam caindo aos pedaços ou não tinha viaturas no interior da Bahia. E hoje temos carros sofisticados, importados. Inclusive, iniciou-se na Bahia [a utilização] de carros blindados pra garantir segurança pro profissional da segurança pública”.
Como todo petista que se preze, Jerônimo joga a responsabilidade no colo de terceiros. Depois de 16 anos de números desastrosos, a culpa, como de praxe, é do Governo Federal.
A solução para o Jerônimo é a volta de um ex-presidiário à cena do crime.
“Conversamos com o Lula agora no último dia primeiro e dia 2, quando esteve aqui e pactuamos que precisamos fazer um programa de segurança pública para o Estado brasileiro. Infelizmente, o Governo Federal trata a segurança pública estimulando a compra de armas, a violência. E o Brasil não pode continuar sendo governado por um governo que não trata a segurança pública na sua raiz.”
Em outro trecho da entrevista, Jerônimo continua negando estatísticas, notícias e realidade: nunca na história do Brasil um presidente bateu de frente contra o tráfico internacional de drogas e armas quanto Bolsonaro.
Dias atrás, no dia 29 de junho, no aeroporto de Salvador, a Polícia Federal fez a maior apreensão de drogas da história: 29 toneladas de maconha e mais de 500 quilos de cloridrato de cocaína. Ação história teve repercussão na mídia e redes sociais inclusive na conta oficial do presidente da República quem celebrou apreensão de drogas e prisão de traficantes: “o que havia antes, eram diálogos cabulosos”.
Enquanto o titular da Secretaria de Segurança Pública do Estado, defende a liberação das drogas, o presidente da República bate de frente batendo recordes de apreensão nas fronteiras, aeroportos, portos e rodovias.
“As fronteiras precisam ser protegidas. É uma função do Governo Federal em parceria com os estados, coisa que não tem sido feita”.
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