Crédito: Mathias Jaimes/TV Servidor
Questionado pelo TV Servidor se é possível aprovar o projeto na Câmara diante da tamanha crise politica do governo Temer e o fato das pessoas estarem cada vez mais politizadas e ideologizadas, o coordenador do Escola sem Partido acredita que é possível e considera que o momento é oportuno.
“Imagine o que vai ser as eleições em 2018, o que vai ser das escolas neste período integral, a favor do Bolsonaro, contra o Bolsonaro, a favor do Lula, contra o Lula etc. Pra onde vai a educação se a política invadir a escola, se a escola for invadida pela política partidária? É por isso que o Brasil vem amargando os últimos lugares nos rankings internacionais sobre rendimento escolar”, argumenta Nagib.
Rafael Santana
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